Pizzaria Dom Bosco

Texto do Correio Braziliense:
"TRADIÇÃO NO PALADAR

Diferença de produtos é o que não se vê na pizzaria Dom Bosco. Quarenta anos depois, a massa crocante com o molho de tomate, na medida, e o pedido do cliente: ‘‘Me dá uma dupla, a풒, permanecem. As fatias continuam servidas em guardanapo de papel, no balcão apertado dos irmãos mineiros: Enildo, Hely e Elci (o Baixinho). A tradição da pizza Dom Bosco vem desde 1960, quando a casa abriu. Era o ponto de encontro dos namorados e familiares. ‘‘No domingo, era uma loucura isso aqui, um Deus nos acuda’’, lembra Hely. Este era o dia da missa na Igrejinha. E a Dom Bosco era a única lanchonete da rua.

Os tradicionais clientes, que hoje trazem filhos e netos, convivem com a nova freguesia. ‘‘Vem aqui o pessoal da Nativus, Raimundos e do Batom na Cueca’’, cita Hely. Naquela época, não eram cobrados impostos,nem inscrições para abrir um negócio. O contrato da pizzaria Dom Bosco, por exemplo, foi feito à mão.

Enildo era o único irmão com experiência em pizzas. Era funcionário de uma casa de massas em Araxá, interior de Minas Gerais. De lá, trouxe os outros irmãos, que vieram para ajudar no negócio. O trio chegou aqui em 1968, quando a pizzaria já estava aberta, mas com outro dono. Hoje, o ganha-pão se confunde com a diversão dos proprietários, que se dividem entre colocar pizza no forno, dar trocos e atender aos clientes. ‘‘É difícil entrar um freguês que seja estranho’’. Que o diga o capitão reformado do Exército, Ivo Wilson Santana, um freguês diário. ‘‘É aqui que tomo minha cerveja’’. Enildo confirma: ‘‘E quando ele não vem, a gente telefona para saber o porqu꒒."

Texto da Revista Veja:
"Poucos estabelecimentos são tão representativos na capital quanto a Dom Bosco, que ganhou o prêmio especial de tradição pelo júri de VEJA Brasília. As primeiras gerações de brasilienses, que freqüentaram a lanchonete na década de 60, hoje levam seus filhos e netos para provar o único e indefectível sabor de pizza oferecido, o de mussarela. A receita é simples, mas inigualável. "Fazemos com massa fresca, coberta com mussarela, molho especial de tomate e orégano", diz o mineiro Enildo Veríssimo, que, ao lado dos irmãos Hely e Elcir, comanda o estabelecimento desde 1968. A localização da primeira loja foi essencial para o negócio decolar. Ao fim da missa na tradicional Igrejinha, dezenas de famílias desciam a rua à procura da única lanchonete da 107 Sul. As filiais abertas nos anos seguintes têm a cara da matriz, que mudou pouco desde a inauguração. Não há mesas nem cadeiras – o cliente come em pé, no balcão. A simplicidade e a informalidade impulsionam o sucesso da "dupla" (R$ 2,80): uma fatia sobre a outra, servidas no guardanapo. Para acompanhar, o tradicional mate e os refrescos de laranja e de caju ganham a preferência (R$ 1,00 o copo). Em 2006, foi inaugurada a quinta loja da rede, em Taguatinga."

Em vários endereços: 107 Sul, 103 Sul, 306 Norte, Sudoeste e Praça de Alimentação do UniCEUB...


107 Sul, bloco D, loja 20

Telefone: 61-3443-7579
Aguardando endereço de Email

Complete os Dados de seu Estabelecimento!

Administra esse estabelecimento?

Clique aqui para enviar dados atualizados.